Você está em: Início > Serviços > Codecon - Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte > Procon Hidden Procon Procon ImagemHome360 TextoHome360 HTMLDiário do Comércio (21/09/2004)Para tornar-se conhecido e exercer plenamente a sua função de "Procon do contribuinte", como vem sendo chamado, o Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte ( Codecon) já conta com site na internet (www.codecon.org.br).O conselho, formado por 18 entidades e representantes do governo, começou a receber sugestões e reclamações relacionadas à questão tributária estadual no início deste ano, mas muito timidamente. "Não vem correspondendo às expectativas. Achávamos que o contribuinte procuraria mais o conselho, por meio das entidades. Mas não é o que está acontecendo", admite o presidente do órgão, o empresário Márcio Olívio da Costa, que é vice-presidente da Fecomercio-SP.Uma das razões para a pouca procura por parte dos contribuintes, segundo Costa, pode ser a falta de divulgação. O objetivo do site é mostrar como o conselho funciona, como o contribuinte pode usá-lo. Para reforçar a divulgação do órgão, o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP) vai fazer uma ampla campanha dirigida aos seus 40 mil contadores filiados. "Precisamos massificar a divulgação e incentivá-los a entrar não apenas com reclamações, mas também com sugestões que poderão se tornar teses para discussões. O Procon também começou devagar, queremos um dia chegar lá", diz o representante do CRC no Codecon, Pedro Fabri.Segundo ele, o contribuinte ainda tem receio de se expor, de enfrentar diretamente o Fisco. "Muitos não reclamam ou denunciam pois têm medo de alguma retaliação", explica. Ele cita, por exemplo, que uma denúncia de corrupção pode ser levada ao Codecon, discutida, e até servir de base para a elaboração de alguma sugestão à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz). "O legislador cria determinadas leis que às vezes fogem da operacionalidade", afirma Fabri.Entre as sugestões e reclamações recebidas pelo Codecon está uma da Yakult, empresa de bebidas lácteas, que não concordava com a cobrança da Taxa Eletrônica de Serviços (TES), cobrada pelo acesso a serviços do posto fiscal da Sefaz. Contrárias à cobrança, entidades ligadas aos contadores se mobilizaram e solicitaram à Sefaz o cancelamento da portaria que instituiu a TES, no valor de 12 Ufesp, R$ 149,88. A argumentação dos contadores é de que muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, não utilizam tanto esse serviço. Assim, pagariam o mesmo valor que as companhias maiores.Em julho, a taxa deixou de ser cobrada. O Coordenador da Administração Fazendária, da Sefaz, Henrique Shiguemi Nakagaki, liberou as empresas do pagamento da TES, mas ainda não há garantia legal. O Codecon deve votar hoje um relatório sobre o assunto, elaborado com argumentação técnica. Conforme for a votação, irão solicitar a publicação de uma portaria para formalizar o cancelamento da taxa. "A Sefaz pediu vistas, pode ser que queira fazer alguma emenda", afirma Costa.Adriana David mais serviços Localize nossas Unidades Clique no mapa abaixo para visualizar as diversas Unidades de Atendimento da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo Pesquisa de Satisfação Responder